quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Eterno !
É o meu desejo
Me viciar no seu prazer
Escrava do seu beijo"
E eu não vejo a hora de você somente me pertencer e eu somente pertencer a ti, nos tornarmos um só corpo, um só coração, uma só vida, uma só pessoa '-'
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Completo ...

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Vida ...


em tóxicos e entorpecentes, mal consigo consumir alguma bebida alcoólica, e quando me sinto no limite paro... Afinal, álcool também é droga e vicia =S Enfim, volto ao início, o que é a vida para estas pessoas que insistem em se acabar em drogas, em vícios? É, talvez a vida para eles seja nada, mas uma nada grande, a ponto de se entregar e se acabar com coisas do tipo... E você? O que está realmente levando de sua vida? " Abra o olho jovem! "
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Momento ...

"Futuro"

Hoje acordei e fiquei


sábado, 11 de fevereiro de 2012
Amor


" O que é o amor?" , a pergunta que nunca quer calar . Se colocarmos na teoria, o amor seria definido como um substantivo masculino abstrato, que pode ser afeição, compaixão, misericórdia e etc, que envolve de modo geral, a formação de um vínculo emocional com uma pessoa, ou objeto capaz de receber este sentimento, tido como uma das maiores conquistas do ser humano. Mas, e na teoria? Alguém conseguiu entender este sentimento? Conseguiu explicar ele? Conseguiu sentir o amor sem sofrer as consequências que ele causa? O amor é tão diferente do que dizem os poetas, que tentam há séculos e séculos explicar o que ele é, e até os cientistas e religiosos entram em "batalha" para descobrir o que ele é na verdade. E como diria o trecho da música do ilustre falecido Renato Russo: " Quem inventou o amor, explica por favor ! "
O medo do Amor

Bom, pra começa nada melhor que um belo texto sobre o tema principal do blog né? O AMOR '-'
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Apenas ...
- Aiane Brito
- alguém chora, ri, brinca, é séria, ama, se ilude, dança, canta, escuta, opina, fala, reage, se oprime, obedece ou não ... alguém que VIVE !


